Fomos apresentados aos equipamentos, um pouco de história da mixagem, alguns nomes, umas inserções demonstrativas do professor (esse era o ponto alto da aula) e aos poucos éramos introduzidos a este novo mundo.
Comecei a ver a música de outra forma, e ela realmente tomou forma para mim. Perguntas começaram a ser efetivamente respondidas: O que é house, trance, tecnho? É tudo ‘puts-puts’? E BPM, pra mim era algo regular e linear, mas muda conforme a velocidade da música e isso que vem caracterizar o estilo.
Basicamente tudo é velocidade, e espero estar aprendendo na correta (risos). House tem BPM igual a 125 e Techno tem 140. Ou seja, Techno é mais rápida. O que significa na prática? Não dá pra misturar as duas, a diferença é grande na velocidade. Você corre o risco de fazer a galera “Sambar” (como diz o AC). E Isso não é legal!
Outro fator importante é que estilos e suas variações estão ligadas a tribos/guetos, ou seja mais um motivo para não querer misturar sal com açucar, mesmo sendo os dois brancos e refinados. O House é um estilo abraçado pelas casas GLS em geral, rotulado música de GAY, mas isso é idiotice a meu ver. O fato que a camada mais abrangente e popular do mercado para DJs está junto ao House e isso particularmente me deixou feliz, pois é o som que gosto de ouvir e dançar e que efetivamente quero tocar.
Já sei que meu estilo é HOUSE, as variações como Disco House, Techno House ou Deep House ainda vou descobrir conforme as coisas acontecerem.
Agora tenho lição de casa que o Prof. AC deu e tenho de ser um aluno aplicado!
Abração a todos!!!

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