Why it so hard? Não, não vou discorrer sobre esta canção de Madonna, mas ficou essa pergunta... "Por que é tão difícil?".
Passei a semana, ouvindo músicas, inserindo no meu cotidiano as barras e compassos, contando de 1 a 8 múltiplas vezes, para chegar no sábado e não fazer feio (ou não tão feio) na hora de colocar a mão na massa. Ops, no vinil!
O processo era curto e simples. Segurar uma música e contar um compasso a partir do início da outra, soltar a segunda e controlar a sincronia entre as batidas por meio do "pit". Parece fácil não é? Não tão fácil!
Uma, duas, quatro vezes. O maior desafio é dividir o cérebro em dois para poder soltar a música na hora certa em função da que está tocando. De todo o processo o que realmente ficou na minha cabeça foi Woz Not Woz, que tocou insistentemente enquanto cada um do quarteto de discípulos do Alê lutava para não sambar...
A lição de fato aprendida foi que é necessário treino e mais treino. Bem, como não aprendi a andar de bicicleta em três horas, ou quatro tentativas, tão pouco dominei o photoshop em tal curto espaço de tempo, é lógico que a arte de domar o "pit" e as marcações não seria superadas com sucesso nessas circunstâncias.
Estranhamente é bom se sentir um novato. Já que estou acostumado a ser sênior dentro do meu dia-a-dia profissional. Espero que o quadro de evolução seja constante e que a cada aula eu domine mais esses indomáveis elementos.
Como eu disse anteriormente o que ficou na cabeça foi Woz not woz e deixo vocês com ela...
See U Later People!
Passei a semana, ouvindo músicas, inserindo no meu cotidiano as barras e compassos, contando de 1 a 8 múltiplas vezes, para chegar no sábado e não fazer feio (ou não tão feio) na hora de colocar a mão na massa. Ops, no vinil!O processo era curto e simples. Segurar uma música e contar um compasso a partir do início da outra, soltar a segunda e controlar a sincronia entre as batidas por meio do "pit". Parece fácil não é? Não tão fácil!
Uma, duas, quatro vezes. O maior desafio é dividir o cérebro em dois para poder soltar a música na hora certa em função da que está tocando. De todo o processo o que realmente ficou na minha cabeça foi Woz Not Woz, que tocou insistentemente enquanto cada um do quarteto de discípulos do Alê lutava para não sambar...
A lição de fato aprendida foi que é necessário treino e mais treino. Bem, como não aprendi a andar de bicicleta em três horas, ou quatro tentativas, tão pouco dominei o photoshop em tal curto espaço de tempo, é lógico que a arte de domar o "pit" e as marcações não seria superadas com sucesso nessas circunstâncias.
Estranhamente é bom se sentir um novato. Já que estou acostumado a ser sênior dentro do meu dia-a-dia profissional. Espero que o quadro de evolução seja constante e que a cada aula eu domine mais esses indomáveis elementos.
Como eu disse anteriormente o que ficou na cabeça foi Woz not woz e deixo vocês com ela...
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